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{{ post.quote }} CESAR A. MACHADO
Eu mostro como combinar pedidos, dimensões e sobras para planejar cortes que consumam menos chapas, barras ou bobinas.
Por Cesar A. Machado · · 2 min
Eu registraria cada peça com comprimento, largura, espessura, quantidade, orientação, tolerância e prazo. A matéria-prima possui dimensões, lote, custo e localização. Regras incluem largura do corte, borda perdida, sequência e compatibilidade de máquina. Campo ausente impede o plano.
Problemas de packing procuram acomodar itens em recipientes com capacidade limitada, como resume o OR-Tools: https://developers.google.com/optimization/pack. Corte industrial acrescenta geometria e regras próprias; por isso eu começaria com barras em uma dimensão ou chapas retangulares simples.
| Objeto | Dado | Validação |
|---|---|---|
| Peça | dimensões | desenho aprovado |
| Chapa | medida e lote | estoque físico |
| Máquina | kerf e limite | engenharia |
| Sobra | medida e local | etiqueta |
Variáveis inteiras e booleanas representam quantidades e escolhas de alocação, um uso descrito na documentação de MIP: https://developers.google.com/optimization/mip. Eu definiria primeiro viabilidade; depois minimizaria material aberto, área perdida, setups e atraso, com pesos explícitos.
O algoritmo devolve plano, aproveitamento e limite de cálculo. Se atingir o timeout, pode oferecer a melhor solução viável encontrada, identificada como tal. Nunca apresenta ótimo sem prova. Reexecutar a mesma versão com a mesma entrada deve preservar o resultado ou registrar o motivo da diferença.
Pedidos podem trazer descrições inconsistentes. A IA sugere código, material e dimensão a partir de texto ou desenho, mostrando origem e confiança. Uma pessoa confirma antes do cálculo. Valores críticos são comparados ao cadastro técnico.
Também posso usar IA para explicar por que uma sobra não coube ou agrupar pedidos compatíveis. Ela não altera tolerância nem mistura lotes por semelhança linguística. A restrição aprovada prevalece.
O operador recebe sequência, desenho, identificação da matéria-prima e versão. Ao concluir, informa peças boas, perda e sobra gerada. Uma sobra só volta ao estoque com etiqueta, medida e localização; caso contrário ela é uma promessa fictícia de economia.
Mudança manual cria uma nova versão ou justificativa. Se uma chapa estiver danificada, o plano é recalculado preservando pedidos já cortados. A integração com estoque usa transação e idempotência para não consumir o mesmo lote duas vezes.
Suponha, como exemplo, consumo mensal de R$ 200 mil e perda de 12%. Reduzir a perda para 10,5% representa R$ 3 mil brutos, antes de operação e estoque de sobras. Eu compararia materiais equivalentes e descontaria peças rejeitadas; aproveitamento maior não compensa qualidade pior.
Indicadores úteis são material comprado, utilizado, perdido e recuperado, setups, atraso, sobra reaproveitada e divergência entre plano e realizado. A origem do ganho precisa aparecer por família de material.
Eu reconstruiria um mês de cortes de barras ou chapas simples, compararia consumo e validaria os planos com operadores. Depois rodaria em paralelo e liberaria uma máquina. O plano antigo continua disponível como contingência.
Se você quer avaliar essa solução, descreva material, formatos, máquinas, volume e perda atual em https://blog.cesarmachado.com/contato. Eu começaria onde um ponto percentual já paga a disciplina de dados.
Otimizar um retângulo na tela é fácil. Difícil é entregar um plano que respeite espessura, ferramenta, margem e a peça que realmente está no estoque.
Converse comigo sobre o processo que você quer melhorar e os critérios para começar com segurança.
Agendar uma conversaO que eu uso e construo em engenharia de IA.
Portfólio de projetos. Conteúdo a definir.
Quem é Cesar A. Machado.
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Sem frequência fixa. Só quando houver algo útil.
Notas de campo, decisões técnicas e guias práticos sobre engenharia de IA, arquitetura, automação e operação.
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Os projetos são apresentados pelo problema e pela engenharia envolvida, preservando informações internas. O objetivo é mostrar como decisões de produto, arquitetura e operação se conectam.
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{{ post.quote }} CESAR A. MACHADO
Escreve sobre engenharia de IA e conduz projetos de software e ecossistemas para empresas.
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